Por que eu escrevo_ (1)

Porque escrevo? Apresentação do blog Empreendedora Solo

A minha relação com a escrita é antiga, uma história de cumplicidade e conflitos com mais de duas décadas. Desde textos literários a documentos técnicos, tem sido um enorme desafio contar histórias e partilhar conhecimento para públicos diferentes.

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O projecto Empreendedora Solo é um recurso digital que oferece as futuras  empreendedoras (em especial, mas não exclusivamente) informações e serviços que facilitem a sua imersão nesse estilo de vida empreendedor. Estilo de vida? Sim, é assim que eu vejo “ser empreendedora”, uma  mulher que para além de correr riscos ao iniciar um negócio próprio, questiona a sua atitude consigo mesma, com quem se relaciona e o seu papel na comunidade. Ingenuidade a parte, começamos um negócio para ganhar dinheiro, mas os nossos valores e personalidade precisam ser coerentes e consistentes, faceis de identificar nas escolhas diarias que fazemos, a roupa, a alimentação, o lazer, que combinados se transforma num estilo de vida.

Sempre que visitar o blog, pode esperar encontrar textos da minha autoria, resultantes de pesquisa, experiência profissional ou investimento de recursos em cursos ou eventos. Empreendedorismo  e Tecnologia são as principais temáticas dos textos, mas também espero cobrir também  desenvolvimento pessoal e ambiente.

Como autora, já imaginei o meu público-alvo, jovens mulheres dos 18-35 anos, sem nenhuma ou pouca experiência de criação de negócios, curiosa em buscar experiência sobre o assunto antes de decidir começar um negócio e alguns pequenos detalhes, mas no final o blog pode ser visitado por familiares, colegas de escola, leitores acima dos 40 anos e até o CEO de uma multinacional. E aí começou uma série de perguntas: Escrevo Olá visitante, Querido Leitor ou Carissimos? Posso ser sarcástica ou não? Será que escrevo em inglês? Será que vou ter alguma influência positiva? Será que vou arranjar inimigos? Será? Será? E as questões foram infinitas e sempre serão.

Por fim, entrei em acordo com minhas borboletas interiores, antes de publicar um texto vamos reflectir cinco pontos:

  1. Estou sendo clara o suficiente?
  2. Quebrei alguma regra pessoal de vulnerabilidade?
  3. O texto incentiva as mulheres a reflexão ou parece que o assunto está encerrado?
  4. Como está a dose de criatividade?
  5. Eu enviaria o texto para a minha filha daqui a 15 anos?

E basta três “sim” que o texto fica visível para o público e a vida segue.

Lembra que mencionei as fontes (pesquisa, experiência e formação) dos textos, não é? Acompanhe o blog como fonte adicional de consulta sobre o assunto e não é válido como referência de trabalhos académicos. No final de cada postagem está aberto a sessão de comentários para partilhar a sua opinião, fazer sugestões e interagir com o propósito de melhorar a sua experiência sempre que retornar.

Apresentação concluída. Vamos empreender?